Remoção do siso evita que os outros dentes encavalem e previne infecções

Postado em 22/01/13
Imagem ilustrativa do siso incluso

Quando o siso começa a sair, na maioria das vezes, ele atrapalha a arcada dentária por ter um tamanho incompatível com o restante dos dentes.

 

Para evitar que isso aconteça, os dentistas geralmente optam por removê-lo, como explicaram os cirurgiões bucomaxilofaciais Sidney Neves e Gabriel Pastore no Bem Estar desta segunda-feira (5). Essa extração previne também infecções graves, lesões que causam perda óssea e problemas na ATM (articulação temporomandibular).

 

Em alguns raros casos, o dente nasce de maneira harmoniosa e a retirada não é necessária. No entanto, grande parte dos pacientes tem problemas, especialmente se parte do siso fica encoberta pela gengiva – isso pode causar uma infecção e pode levar até mesmo a morte. Por isso, a extração é indicada principalmente como prevenção para essas e outras complicações.

 

O ideal é que o dente seja removido até a formação de um terço da raiz, ou seja, normalmente antes dos 18 anos. Quanto mais tarde for feita a remoção, mais dolorido é o processo e a recuperação.

 

Dependendo da posição do siso e da quantidade de osso envolvida na cirurgia, é possível tirar até 4 dentes de uma só vez. Mas normalmente, são extraídos 2 do mesmo lado por vez para que o paciente sempre tenha o outro lado para mastigar.

 

A cirurgia dura em média 40 minutos e o acesso é sempre por dentro da boca. Cerca de 12 horas após a remoção, por causa da força aplicada sobre o dente, é normal aparecer um inchaço que dura de 3 a 4 dias. Nesse período, é importante tomar sorvete para diminuir o inchaço e o sangramento, comer alimentos pastosos e macios e evitar tomar coisas quentes, pelo menos nas primeiras 24 horas.




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